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    Uma viagem de trem pelo mundo soviético (e por outros países que não me deixaram entrar)

    A Rússia é muito mais do que Copa do Mundo. Desbrave um pouco mais do país, assim como das nações vizinhas que pertenceram a URSS, a bordo de antigos trens soviéticos – em especial na lendária Ferrovia Transiberiana – no mais novo livro de Zizo Asnis. Divertida, instigante e elucidativa, a história pertence ao gênero das boas narrativas de viagem.


    TRANSIBERIANA por: ZIZO ASNIS R$39,90

    A União Soviética se desintegrou em 1991, mas os países que formavam o enorme bloco comunista ainda são pouco conhecidos. O gaúcho Zizo Asnis, escritor de guias de viagem, aventura-se por essa misteriosa região, começando pela Bielorrússia e seguindo por Moldávia, Ucrânia, Rússia – onde toma o lendário trem da ferrovia Transiberiana –, Mongólia e China.

    Sob o aguçado olhar de viajante experiente, Zizo compartilha, com relatos em primeira pessoa, seu percurso por este “mundo soviético”, chegando, no decorrer da narrativa, a viajar na Transiberiana, onde pôde interagir com os russos e observar detalhes que, em outro meio de transporte que não o trem, certamente passariam despercebidos. Ao longo de toda a jornada, o autor relata suas percepções sobre a última ditadura da Europa (Bielorrússia), sobre o pequeno país que é o mais pobre do continente europeu (Moldávia), sobre os momentos politicamente conturbados que afetam a região desde o fim da URSS (em particular, Ucrânia), sobre a nação que é territorialmente a maior do planeta (Rússia), sobre a outra que já foi o maior império do mundo (Mongólia) e hoje vive isolada entre duas potências, sobre o país emergente que impõe uma forte censura (China).

    Sem a pretensão de se aprofundar em história ou política, o livro é, antes de tudo, uma narrativa de viagem – gênero já consagrado em muitos países europeus desde os tempos em que se registravam as primeiras grandes explorações geográficas. Assim, os leitores – se aventurando por locais onde muitos nunca imaginaram estar – são transportados à trágica região de Chernobyl, espiam a última prisão do regime soviético, mergulham no frio da Sibéria, acompanham a angústia para cruzar algumas fronteiras, descobrem como é o sistema de vistos da Coreia do Norte, experimentam o medo e a aflição ao ser preso em uma cadeia russa, se deparam com paisagens surpreendentes, situações inusitadas e personagens tão comuns quanto excepcionais. Tudo contado com boas doses de humor, emoção, reflexão e suspense – como invariavelmente são as boas viagens.

  • Promoção!
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    Dois livros de viagem com histórias inspirados.

    Veja a sinopse de cada um abaixo.


    Vida Nômade + 66 Histórias de uma volta ao mundo por: ROBISON PORTIOLI, NARA ALVES, R$64,00 R$57,60

    Vida Nômade: 

    Vida Nômade conta a viagem do jovem paranaense Robison Portioli que, cansado de sua vida rotineira no trabalho e na faculdade, resolveu largar tudo para sair pela América do Sul de moto. Assim, percorreu, sozinho, 25 mil quilômetros ao longo 150 dias. Enquanto relata suas aventuras sobre duas rodas, cruzando seis países do continente e atravessando a Cordilheira dos Andes, Robison relembra suas viagens de anos anteriores, inclusive aquela que lhe semeou o espírito viajante: quando criança, seus pais venderam a casa onde moravam e passaram a viver num motor-home, junto com os três filhos, viajando pelo Brasil. Uma história definitivamente inspiradora!

     

    66 Histórias de uma volta ao mundo:

    Quem largaria um belo emprego para sair pelo mundo experimentando as mais diversas culturas? Nara Alves. Acompanhada de seu namorado, Bernardo, entre 2014 e 2015 a moça se aventurou por 22 países da América do Norte, da Ásia, da Oceania, do Oriente Médio e da Europa. Jornalista, dona de um olhar – e de um texto – sensível, perspicaz e bem-humorado (e, às vezes, rabugento), Nara registrou suas impressões de viagem em um blog, que deu origem a este divertido, revelador e instrutivo livro – “66 histórias de uma volta ao mundo”. Em sua jornada, a viajante atravessou os Estados Unidos de trem, resgatou suas raízes no Japão, subiu e desceu montanhas na Nova Zelândia e no Nepal, compreendeu o sistema de castas na Índia, refletiu sobre o papel da mulher no Irã, reencontrou uma amiga agora convertida ao judaísmo ortodoxo em Israel, entre tantas outras histórias instigantes.