O boss da Belas Letras fala sobre paternidade e os últimos lançamentos <3
Em 1 de agosto de 2017

Você já conhece O Papai é Pop. Começou com o 1, veio o 2 logo em seguida e agora ele voltou em versão quadrinhos!  Pra completar, esse ano também conhecemos o Fernando Strombeck, o Papai Comédia. Como vocês podem ver, a Belas Letras conhece muito papais legais. Um deles é o nosso próprio boss, Gustavo Guertler, pai da Marina. ☺

Ele falou com a gente sobre nossos últimos lançamentos de paternidade e como a temática desses livros está ajudando a superar estigmas e preconcepções sobre o que é, afinal, ser pai nos dias de hoje. Vem conferir!

 

Editora: Como pai, qual é a sensação de ter livros referência sobre paternidade publicados pela sua editora?

Gustavo: É muito importante, porque sinto que estamos dando voz a uma nova geração de pais, mais presentes, mais responsáveis e mais preocupados em fazer diferença na educação dos seus filhos. Um pai presente pode mudar uma família inteira e mudar a vida de uma criança para sempre. Sinto que estamos ajudando a mudar, com uma contribuição que parece tão modesta, que é conhecimento, mas que a gente está entregando numa embalagem divertida, moderna, mas que aos poucos nos conecta a uma corrente que acredita no bem.

 

Editora: Quais são os elementos que mais te tocam nas últimas publicações sobre o assunto?

Gustavo: É a gente para dentro do que é a vida real. Além de a gente partilhar esse conhecimento, essa voz que esses autores representam, a gente ao mesmo tempo está mostrando como é a vida real de um pai e de uma mãe, está fugindo daqueles conceitos caricatos que existiam sobre maternidade e paternidade. Aquela ideia da mãe perfeita, a mãe Johnson & Johnson. E do pai ausente, cujo papel era pagar as contas no mês. A vida de uma mãe e de um pai não é nada romântica. Ser pai e ser mãe é doloroso, às vezes é sofrido, é se sentir completamente perdido, é se descobrir imperfeito e às vezes impotente. Mas é bom. É sensacional. É recompensador, pois não tem experiência mais incrível no mundo do que essa, se você se entregar a ela. Está nas mãos dos pais e das mães o poder de mudar o mundo, sim.

 

Editora: Você se identifica com as histórias desses pais autores (Piangers, Strombeck) em um nível pessoal ou sua jornada foi muito diferente?

Gustavo: Acho que o sucesso desses autores é justamente por isso. Eles estão dizendo o seguinte em cada texto: isto é a vida real, cara, e a vida real é assim. Então é impossível não se identificar com isso. Ao invés de serem livros sobre um monte de regras de como a maternidade e a paternidade funcionam, O papai Pop e O Papai Comédia mergulham na experiência, que é muito mais intensa e enriquecedora. É a gente descobre o seguinte: como naquele velho ditado diz, na prática, a teoria é outra.

 

 

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