Leia Vai Lá e Faz antes que seja tarde
Em 24 de maio de 2017

“Uma das coisas mais apaixonantes do trabalho de um editor é saber que, a qualquer momento, um grande livro pode bater à sua porta. Não é todo dia que isso acontece. E, quando acontece, às vezes é por caminhos improváveis.
Foi o que aconteceu comigo com o Vai Lá e Faz, do Tiago Mattos, professor, futurista, um dos fundadores da Perestroika, a escola de criatividade onde vale a pena se matricular só pelo slogan da empresa – “a pior escola do mundo”.
Conheci o Tiago depois de ler uma entrevista dele no jornal Zero Hora, em que ele falava, entre outras coisas, sobre a missão que recebeu depois de ter saído do GSP da Singularity, o programa criado pela Nasa e pelo Google no Vale do Silício, de impactar 1 bilhão de pessoas ao redor do mundo com suas ideias.
Nós tínhamos aqui um projeto na editora que era perfeito para o Tiago,  e resolvi propor para ele fazer. Mandei um whats, resumindo a ideia toda em um tweet (pedido dele), e ele praticamente topou na hora. Só que me acrescentou uma informação: “Eu também tenho um outro livro já pronto”. E me mandou.
Quando li o livro, me senti (e agora o Tiago sabe disso) como naquela propaganda da Pepsi, em que o cara pede uma coisa e oferecem outra coisa muito melhor do que ele queria, perguntando: “Pode ser?”.
É a primeira vez que eu faço um post sobre um livro que avaliei para publicação, depois de 15 anos, cerca de 2,7 mil livros avaliados – sim, eu fiz uma conta aqui, isso dá também 400 mil páginas lidas.
Tenho visto muitos livros sobre empreendedorismo no mercado, e muitas listas sobre livros “que todo empreendedor precisa conhecer”, mas Vai Lá e Faz é diferente. A gente está falando de outra coisa.
Não é mais uma costela que vem para se somar à espinha dorsal nesse nicho; ele é uma nova espinha dorsal. Vai mudar a forma como você enxerga o mundo, a sua empresa e as pessoas que trabalham nela.
Três motivos:
1. Se as empresas não se tornarem redes bem distribuídas e fluidas, existe uma grande possibilidade de elas desaparecerem mais rápido do que imaginam.
2. Se nós não nos tornarmos todos empreendedores, estaremos com os dias contados como profissionais.
3. Governos, órgãos públicos, o modelo tradicional de CNPJ, carteira assinada, entre outras coisas, não irão mais existir, pelo menos nos moldes que existem hoje.
Se você for empresário, ou um jovem empreendedor, esse livro vai fazer você se levantar da cadeira (no meio da leitura, é isso que o autor faz, convida o leitor a largar o livro que tem em mãos e “fazer”); caso você seja funcionário, vai logo começar a pensar em criar o “Fundo Fui”.
Se Tiago saiu da Singularity com a missão de impactar 1 bilhão de pessoas no mundo, esse livro já me colocou na conta, porque eu sou uma delas também.”

Gustavo Guertler, CEO da Belas Letras.

 

Conheça o livro

 

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