Como o “eu te amo” transformou a vida da equipe Belas Letras
Em 15 de maio de 2018

Até o momento, já foram mais de 50 milhões de visualizações. 2 milhões de compartilhamentos. E inúmeras, inúmeras histórias influenciadas pelo vídeo O Poder do Eu Te Amo de Marcos Piangers, agora também em formato de livro pela Editora Belas Letras.

É claro que, na nossa equipe, não seria diferente. Pedimos depoimentos de como o poder do “eu te amo” e oportunidade de trabalhar na criação do livro trouxeram transformações incríveis para a vida da Isabela, da Luciana e da Karla (a pessoa que vos fala). Segurem os lencinhos e boa leitura.

 

Isabela - Relações Públicas e Eventos

Depois de um tempo sem conversar ou se ver, mostrar o vídeo do “O poder do eu te amo” foi o sinal de reaproximação que eu tanto precisava. Entre lágrimas, minha mãe contou como foi quando seu pai falou de forma desajeitada os seus primeiros “eu te amos”. Já velho, já doente, talvez até com poucos dias de vida, mas de forma sincera.

Hoje, o “eu te amo” é o momento de parar e olhar nos olhos dentro da nossa família. O "eu te amo" que foi a prova simples de todo sentimento existente na relação entre minha mãe e meu avô é hoje o que me torna mais próxima da minha família.

É o que nos torna gigantes um para o outro. É como a gente representa de forma pura toda a nossa conexão.

 

 

Luciana - Comercial da Belas Letras

Uma das coisas que me faz ter orgulho de trabalhar na Belas Letras é levar palavras, mensagens para os leitores. Eu, como leitora, sei o quanto um livro pode ser marcante e transformador. O Piangers faz parecer fácil dizer eu te amo: “São só 3 palavras”. Sei, sei… 😂

E eu sei que não sou só eu que acha difícil.  Eu vejo.

Quando eu passo "O Poder do Eu Te Amo" nos treinamentos nas livrarias, após o término do vídeo, costumo observar a reação dos vendedores. Sempre tem alguém chorando e todos, sem exceção, estão emocionados.

Acho que dizer eu te amo exige prática, pois é igual a qualquer coisa nova que aprendemos: exige esforço, atenção e dedicação. Sendo assim, não vejo melhor “tarefa” para praticar 😍

Obrigada por esta marca, Piangers e Belas Letras. Espero que este livro marque vocês também!

 

 

 

Karla - Marketing da Belas Letras

Nunca me considerei uma pessoa dada a exageros. Algumas pessoas diriam que isso é muito “capricorniano” da minha parte, mas eu não consigo comprar a ideia de que a posição aleatória das estrelas no universo influencie tanto nas complexas personalidades que cada um de nós seres humanos apresente (“Isso é exatamente o que um capricorniano iria dizer.”)

Reflexões astrológicas à parte, eu sempre considerei o “eu te amo” um exagero. Algo que deve ser expressado, não verbalizado. Lembro de responder mensagens de “eu te amo” da minha mãe com o emoji de uma carinha feliz. Ou dar uma de Han Solo ao ouvir a confissão e proferir um emblemático: “Eu sei.”

Mas depois de mais de 2 anos morando sozinha, tendo saído de casa com problemas não-resolvidos com a minha mãe e o resto da minha família, percebi, na verdade, o quanto eu não queria ficar sozinha. Pior, me sentir sozinha.

Comecei com passinhos de tartaruga. “Eu te amo, filha.” “Me, too <3”

Era difícil. Parecia dar espaço a uma vulnerabilidade que eu preferia suprimir à luz do dia. Quando começamos a trabalhar com o livro O Poder do Eu Te Amo, eu sabia que seria um daqueles difíceis. Não havia assistido o vídeo ainda quando tivemos a apresentação do próximo lançamento.

Eu juro que não sei explicar o que aconteceu naquele dia. Se foi a TPM, um clima propício ou só a última gota d'água. Eu ouvi o Piangers. Absorvi as palavras que ele dizia, com tanta sinceridade e segurança. E naquele momento, eu acreditei nele.

Eu chorei. Chorei muito.  Mandei o link para os meus pais. Meu irmão. Minhas amigas. De volta, recebi da minha mãe um áudio de 15 segundos:

“Eu te amo, filha. Eu te amo muito, muito, muito, muito. Eu te amo demais. Eu te amo.”

“Eu também te amo muito, mamãe.”